Diagnóstico e Psicofármacos
Algumas pessoas, errôneamente, associam a figura do Psiquiatra com a prescrição de psicofármacos. Algumas pesquisas mostram que a Psiquiatria não é a espeialidade médica que mais prescreve medicamentos psiquiátricos. Benzodiazepínicos, por exemplo, são prescritos em maior freqüência por médicos não-psiquiatras.
Em nossa clínica, buscamos diagnosticar o sofrimento do paciente, ou as causas deste sofrimento. Algumas vezes, a situação é realmente de uma patologia, ou seja há um diagnóstico.
Em assim sendo, é necessário em muitas vezes que se utilize um fármaco. Por exemplo: frente ao diagnóstico de Depressão endógena, há necessidade de lançar mão de antidepressivos. O terapeuta não tem o direito de prolongar o sofrimento do paciente.
Porém, cada terapeuta acaba sendo "escolhido" pelos pacientes, conforme seu tempo de clínica, pelas características pessoais e técnicas que emprega em seu atendimento.
De minha parte: não havendo diagnóstico e não havendo necessidade de uso de psicofármacos, esta é minha primeira opção. Para medicar, é preciso convicção da real necessidade.
A maioria dos pacientes que atendo não utiliza fármacos. Mas enfatizo: isto não significa que o diagnóstico não seja pesquisado. Sempre é. Contudo, creio que meu "lado literário-humanista" acabou por direcionar uma espécie de paciente que busca este perfil em um terapeuta.
Em resumo, meu campo de ação é predominantemente PSICOTERÁPICO.
Para saber mais sobre diagnósticos e fármacos, clique em
http://www.yatros.com.br/naupsi/index.html
É o site NAU PSI, fruto de uma lista de discussões clínicas
da qual participo. (Lista Brasileira de Psiquiatria)
As informações referentes a diagnóstico e tratamento
são abastecidas pelo nosso colega Psiquiatra, Dr. Geraldo Ballone, cujo site está linkado ao site da LBP.
No Site Oficial da Lista Brasileira de Psiquiatria, não deixe de visitar as janelas intituladas "Tripulação" e "Luneta" (neste site, sou o Oficial Bibliotecário, responsável pela parte cultural).